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=== Israel === A Impureza da Parturiente (טומאת יולדת) na Lei Judaica é um ritual de impureza que se aplica a uma mulher após o parto. O estatuto da parturiente é o mesmo que o de uma niddah (mulher menstruada): a sua impureza é definida como um Av HaTumah (fonte primária de impureza), e torna impuras pessoas, utensílios, alimentos e bebidas através do contacto, e torna impuro através de calcar, pisar (טומאת מדרס, Tum'at Midras), ou deitar-se e sentar-se. Além disso, ela e o seu marido estão proibidos de ter relações sexuais (איסור משכב עם נידה) como nos dias da niddah. De acordo com a Torá, uma mulher que dá à luz um rapaz torna-se impura por sete dias. Depois de imergir num mikveh (טבילה (Tevilah) refere-se ao ato de completa imersão ritualística numa fonte de água natural, conhecida como Mikveh (מקווה)) qualquer sangue que ela veja a partir de então, dentro de trinta e três dias, será "sangue puro" (דם טהור, Dam Tahor) e não a proibirá de se relacionar com o marido. Se ela der à luz uma rapariga, ela torna-se impura por duas semanas (quatorze dias) e, após a imersão, qualquer sangue que veja dentro de sessenta e seis dias será puro. Nesses trinta e três dias de pureza para um rapaz, e sessenta e seis dias para uma rapariga, a mulher ainda é considerada impura no que diz respeito ao Templo e às suas ofertas sagradas. Estas leis estão escritas naem Parashat Tazria:
Fontes: pt.wikipedia.org
Rabino Moshe ben Maimon (1138-1204 EC.), Rabino Moshe ben Ya'akov de Coucy (c. 1200–1274 EC.) e Sefer HaChinuch (c. 1290) incluíram a impureza da parturiente na contagem dos 613 mandamentos (Taryag Mitzvot). Nacmânides, pelo contrário, sustenta que não é correto contar a impureza da parturiente como um dos mandamentos, tal como acontece com outras leis de pureza e impureza, "pois elas são inteiramente opcionais em todos os aspetos, e não contêm o assunto de um mandamento que deva ser contado".
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=== Hinduísmo === Na tradicional prática Hindu, uma mulher em trabalho de parto ou que deu à luz recentemente (uma jachcha) é considerada impura, um estado denominado sutak. Baseando-se em passagens do Aitareya Brahmana, a antropóloga Gabriella Eichinger Ferro-Luzzi (é uma antropóloga e dravidóloga italiana) infere que esta prática remonta à era Védica. Pandurang Vaman Kane teoriza que provavelmente se originou na cultura indígena Harappan, e não com a chegada dos indo-arianos. Como muitas práticas de pureza Hindu, a impureza após o parto tem sido cada vez menos observada desde o século XIX; muitos Hindus modernos adoptam um período de impureza mais curto, dão as boas-vindas a visitantes após o nascimento de um filho e podem tocar na nova mãe e no bebé. Tradicionalmente, a impureza puerperal é atribuída a nove meses de sangue menstrual acumulado durante a gravidez e é considerada mais grave do que a impureza associada à morte. Das mulheres espera-se, portanto, que deem à luz num local isolado, a fim de confinar a impureza. Dependendo da tradição local e dos recursos da família, pode ser uma cabana dedicada ao parto (atur-ghar ou sutikagara), um barracão ou anexo reaproveitado, ou simplesmente um quarto não utilizado da casa. A parteira tradicional (dai), muitas vezes pertencente à casta dalit, é considerada impura por associação. Ela é especialmente responsável pelas tarefas que são consideradas impuras, como cortar o cordão umbilical, tocar nos genitais da parturiente e dar banho à mãe e à criança.
Fontes: pt.wikipedia.org
A nova mãe mantém-se fortemente impura durante três dias após o nascimento. Durante este período Sor, ela permanece isolada da família, assistida pela dai. O pai do recém-nascido e a sua família também são considerados impuros durante este período, independentemente de onde ocorreu o parto. O recém-nascido pode ser considerado como possuidor do estado de impureza grave da mãe, ou sendo demasiado jovem para ser impuro. No terceiro dia, a jai banha e unge a mãe e a criança, levando-os a um estado de impureza menor. As pulseiras da mãe e todos os potes de barro da família são partidos; a roupa usada durante o trabalho de parto, a roupa de cama e a manta de receção são eliminadas; os pisos de terra são restaurados; e a ferramenta usada para cortar o cordão umbilical é purificada. Outros membros da família também se banham, regressando a um estado de pureza. Após o fim do período Sor, a nova mãe pode voltar a juntar-se à família, mas permanece no seu estado de impureza menor por cerca de quarenta dias após o nascimento. Ela tradicionalmente permanece confinada em casa durante este período, e embora possa retomar muitas das suas tarefas domésticas comuns, continua a evitar cozinhar, moer farinha e tocar na água. Espera-se que evite vários alimentos, como leitelho e coalhada. Outra mulher pode partilhar a sua cama para garantir que o marido não se envolva em relações sexuais com a nova mãe, o que é considerado prejudicial para ele.
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Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
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